terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Antigo Armazém no Sarandi

Penso que um blog que trate da história de uma cidade não deve ficar focado em discutir apenas sobre suas áreas de renome (como o Centro Histórico e etc...). Por isso o ArquivoPOA tem como meta resguardar também imagens de lugares que não estão nos "holofotes" dos moradores da capital. 
Motivado pela reflexão acima, trago aqui imagens produzidas no bairro Sarandi. O imóvel retratado é um antigo armazém localizado no cruzamento das ruas Vidal Barbosa com Mascarenhas Figueiredo. Nota-se que a edificação é composta por uma antiga peça de alvenaria e outra de madeira. Infelizmente não existe nenhuma informação sobra a história do local.
Mesmo aparentemente abandonada, continua tendo manutenção do corte de grama.


Detalhes de construção como o formato de janelas e portas mostram um estilo construtivo diferenciado em relação as casas vizinhas, determinando este como sendo um local peculiar sobrevivendo a passagem do tempo dentro do Sarandi.




quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Um pequeno modernista [Post nº100!]



O pequeno prédio acima está localizado na Travessa Comendador Batista e há alguns anos agoniza em meio ao ostracismo. Como pode-se ver na imagem, sua fachada está pichada e existem sinais de arrombamentos na porta de entrada. A edificação apresenta elementos do início do Modernismo com algumas linhas de inspiração art-decó.


Em imagem retirada do Google Maps datada de junho de 2011, podemos ver uma placa de venda que possivelmente era direto com o proprietário. O valor pedido na época era de R$320.000,00. Penso que este prédio pode muito bem já ter sido comprado, entretanto, paira a dúvida de qual será o seu destino: seria restaurado ou destruído para a construção de uma nova edificação?

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Prédio da Corlac



Para dar uma renovada (e movimentada) no blog, crio em 2014 a tag "prédios abandonados" para relacionar antigas construções que estão "perdidas" pela cidade. Posts deste gênero não se comprometem com a pesquisa histórica que o sítio digital busca desenvolver.
Quem inaugura a nova seção é a antiga fabrica da Corlac, localizada na Avenida Dom Pedro II e com entrada pela Rua Carlos von Koseritz. O local estava fechado desde os anos 90 e foi vendido para uma construtora em 2009. Quando fazia a caminhada da Perimetral até o Colégio Dom João Becker, via a distância o decadente prédio. Ele sempre me chamou a atenção e em 2007 fiz uma sequencia de fotos que aparecem abaixo.

















domingo, 28 de outubro de 2012

FABICO/UFRGS no Início

Antigamente a entrada da FABICO tinha uma espécie de ruela. Na imagem abaixo ainda fica enfatizado o ganhador do concurso para logotipo da respectiva faculdade. 
Fonte: Arquivo fotográfico da FABICO

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Praça da Matriz e Alguns Carros Antigos

Uma imagem colhida no arquivo da FABICO mostrando o redor da praça da matriz com diversos carros de época como Fusca e Aero Willys, denotando ser uma foto tirada entre as décadas de 60 e 70. Ao fundo Palácio da Justiça, projeto este de Luis Fernando Corona e Carlos Maximiliano Fayet.


Fonte: Arquivo fotográfico da FABICO

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Antigo Teatro da OSPA


Hoje estava lendo no site da Zero Hora a notícia de que o antigo Teatro da OSPA será demolido para dar lugar a empreendimentos comerciais. Para quem quiser saber mais: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/10/projeto-preve-implosao-do-antigo-predio-da-OSPA-3919501.html
Desde 2008 sem a referida orquestra sinfônica, o local acabou sucumbindo e perdendo até mesmo suas lojas no andar térreo. Conforme matéria publicada no seguinte post: http://www.eusoufamecos.net/editorialj/requiem-para-o-teatro-da-OSPA/, o prédio que abrigou o teatro sofreu diversos problemas durante sua construção.
Planejado inicialmente para possuir 15 andares, a edificação sofreu problemas legais com relação a quantidade de vagas de garagem disponíveis. Este fato determinou que a obra ficasse estagnada e inacabada do sétimo andar para cima. O que sempre se viu pela paisagem de quem passa pela Avenida Independência é uma estrutura com esqueleto arquitetônico exposto desde sempre.
Mesmo possuindo uma estrutura inacabada o teatro funcionou durante décadas sendo este fundado em outubro de 1963. Inicialmente recebeu a alcunha de Teatro Leopoldina e em 1984 foi nomeado como Teatro da OSPA.
O local foi um verdadeiro centro de vivência da sociedade porto alegrense principalmente na década de 1970. Entretanto durante o final da década de 1990 e o início de 2000, o teatro sofreu inúmeros problemas estruturais culminando com o seu fechamento em 2008.





Update: 25/10/2012: Fiz fotos para colocar no post. Tendo em vista que hoje faleceu o comunicador Tatata Pimentel, achei oportuno publicar a entrevista que ele havia concedido para a Rádio Gaúcha no último dia 16/10/2012. Nesta matéria ele comenta com Tânia Carvalho o fim do icônico prédio da OSPA. 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ney Moura e o busto de Júlio de Castilhos


O incêndio no Colégio Júlio de Castilhos já havia sido citado no blog em tempos passados. Eu estava revirando alguns emails não lidos da minha caixa pessoal e achei um intitulado “Texto busto Júlio de Castilhos”. Abri as duas imagens em anexo que estavam dentro da mensagem e vi que se tratavam de páginas de um livro desconhecido que haviam sido digitalizadas.
Eu não lembro como cheguei a encontrar este material (acho que foi no SPH/UFRGS) e muito menos sei dizer de qual livro ele foi originado. Ao menos o autor é mencionado: Franklin Marcantonio da Cunha. Pensando um pouco, imaginei tratar-se de algum livro de homenagens que já haviam sido feitos sobre o colégio. Lembro que quando estudava lá, fomos “obrigados” a estudar a história da instituição, onde existiam cerca de 3 ou 4 livros publicados e devidamente presentes dentro da biblioteca.
Mas voltando ao material digitalizado. A história lá retratar é interessante: trata-se do salvamento do busto do antigo governador do Estado pelas mãos do aluno Ney Moura, fato saudado com o canto dos alunos do Hino Nacional. Segue abaixo alguns trechos da história: